sábado, 5 de março de 2011

E quanto ao diferente?

Diante de todo esse espetáculo de fantoches, muito me custa a acreditar na veracidade desse discurso patético de inclusão e direitos iguais, enquanto o sentimento de superioridade e onipotencia ainda reina no coração humano. O que mais explica o preconceito tão bem do que a necessidade do ser humano de brincar de ser deus?

Gozamos de pleno direito de termos nossa própria opinião sobre o certo e o errado e, assim, desenvolvermos nossa personalidade e caráter. Mas esse direito se extingue quando o ser ao lado também decide e vive o que se é.

SAUDAÇÕES ANTIMANICOMIAIS!

domingo, 26 de setembro de 2010

I believe I can fly

Onde seria o ponto exato, divisor de águas entre o viva ou deixe viver?

Andei pensando muito a respeito nesses últimos dias, já que, como raramente acontece, me mantive pelo lado de cá, o lado do 'viva!'.

Uma coisa que eu normalmente digo, e que corriqueiramente rege minhas ações é que a minha vida trata-se sempre de um dualismo entre a razão e o coração, onde a razão, incessantemente, insiste em vencer. Sim! Quase como uma regra, um mantra, uma obrigação.

Gostaria muito do 'viver', evitando ultrapassar esse ponto que me leva ao "deixar viver", tão seguro e racional, mas ao mesmo tempo tão sem sal.

Mas um dia, um belo dia, eu venço todo esse paradigma, aprendo a levar as coisas mais levemente e, só assim, viverei com maior frequencia momentos mais simples e alegres, que darão um tempeiro doce e mágico a toda a essa ciência em que comumente estou a viver.





" I believe I can fly
I believe I can touch the sky
I think about it every night and day
Spread my wings and fly away
I believe I can soar
I see me running through that open door
I believe I can fly"


(F. Kelly)









Hévi

terça-feira, 4 de maio de 2010

Nem tudo é o que parece...

Voltei =]
Passeando pelos blogs, encontrei no blog J.J. uma amostra de um trabalho incrível do fotojornalista Thomas Ledfelkt, chamado Uma estrela no céu.

Essas fotos remetem à um pensamento polêmico, belo e profundo no âmbito da extensão de uma doença na vida não somente do paciente, como também dos que o cerca.

Procurem olha-las pensando à cerca do sofrimento do tratamento que já não surte efeito, na deterioração e sofrimento da família mediante o avanço da doença, na criança escondida por trás de um corpo doente e debilitado, nas suas necessidades e anseios mediante à vida que não pode desfrutar, no sofrimento e no vazio que a sua morte deixa em todos que a amam...


Para mais fotos e detalhes da vida dessa batalhadora criança, que aos 7 anos foi vencida por um tumor cerebral, acessem: Uma estrela no céu - Thomas Ledfekt

E, amigos leitores, a você, que acredita no poder da educação para a modificação de diversos setores da sociedade, inclusive a saúde, gostaria de pedir ajuda para uma causa... Leia o texto abaixo escrito por Rafaela Vitória, e caso se identifique, colabore com os alunos da Universidade de Brasília nessa luta enviando-o (Ctrl C + V mesmo! ) para o email protesteja@band.com.br

Desde que se cogitou a proposta da construção dos novos campi da Universidade de Brasília nas cidades Gama, Planaltina e Ceilândia sentimo-nos vitoriosos, principalmente a em Ceilândia, que recebeu um campi com cinco cursos na área de saúde: Enfermagem, Saúde Coletiva, Terapia Ocupacional, Farmácia e Fisioterapia. É inegável a proposta inovadora que a universidade pretende cumprir numa cidade onde existe uma carência sistêmica principalmente na área de saúde. Infelizmente, estamos cada dia mais distantes de uma formação de qualidade capaz de cumprir essa proposta. Desde o primeiro vestibular realizado para esse campi, no 2° semestre do ano de 2008, os alunos têm vivido uma realidade acadêmica precária que até o momento foi apenas “remendada” com soluções paliativas e temporárias. As primeiras turmas deste campi tiveram boa parte de suas aulas num local improvisado no centro da Ceilândia. Não havia estrutura, laboratório, ventilação ou condição alguma para a ministração de aulas, e a promessa de entrega do campi definitivo estava prevista para outubro do mesmo ano (2008), prazo não cumprido pela empresa ganhadora da licitação e pelo GDF. Em 2009 os alunos foram deslocados para outro local provisório, o Centro de Ensino Médio 04 da Ceilândia (CEM 04), resultando em remanejamento de alunos ali matriculados devido a presença dos alunos da UnB dividindo o espaço com a instituição. O CEM 04 contava com uma maior estrutura (ainda precária) oferecendo um maior acervo de livros na biblioteca, um laboratório de informática e um laboratório multiuso; mesmo neste novo local as condições eram ruins, não havia espaço para uma turma inteira fazer uso desses ambientes ao mesmo tempo. Um novo prazo de entrega do campi foi dado: março de 2010. Enquanto essa realidade nos confrontava e o atraso das obras era evidente, fizemos protestos e pressionamos a reitoria que nos deu um novo prazo: 21 de abril de 2010 (aniversário de Brasília). O prazo não foi cumprido e devido a demanda de alunos aprovados no vestibular a cada semestre, o espaço no CEM 04 tornou-se insuficiente. Mais uma vez, como solução temporária, a UnB alugou duas salas na Escola Técnica de Ceilândia, nas proximidades do CEM 04, onde estão sendo administradas aulas de algumas disciplinas. E as obras do campi definitivo estão totalmente paradas.
Hoje estamos vivendo essa realidade, o CEM 04 e a Escola Técnica de Ceilândia não são capazes de suportar os alunos dos quatro períodos dos cinco cursos, não temos restaurante universitário, não temos exemplares de livros suficientes, não temos aulas práticas suficientes nem de qualidade, não temos laboratórios individualizados para cada departamento, não temos condições mínimas de estudo (as salas são superlotadas, faltam cadeiras, falta espaço na biblioteca, falta espaço nos laboratórios), não temos segurança suficiente (devido a grande movimentação da área, muitas pessoas são assaltadas e carros são furtados em plena luz do dia) e estamos vivendo de medidas provisórias há dois anos. Dois anos! Como se não fosse o suficiente, a comunidade acadêmica de Ceilândia é ignorada e a integração entre os campi não faz sentido, uma vez que existe o transporte gratuito inter campi, mas a burocracia para conseguir pegar aulas em outros campi é absurda, quando deveria ser feita via internet! E estamos passando por um pós-greve dos professores que resultou em um calendário retroativo, onde não teremos férias e estamos a 100 dias sem funcionários e técnicos devido a atual greve da classe, o que resulta em biblioteca e laboratórios trancados.
Nós queremos uma formação de qualidade, queremos ser ouvidos, queremos ser valorizados, queremos ter boas condições de estudo; nós não somos o “resto” da UnB, somos parte integrante (Gama, Planaltina, Ceilândia e Darcy Ribeiro) da Universidade e queremos ser tratados como tal.

Hey Jude

Não me perguntem por que diabos sumi desse jeito, porque eu tb não sei...
Talvez falta de coragem, assunto, ou vergonha na cara mesmo... Mas o que importa mesmo é que eu sumo, apareço, mas definitivamente não vivo sem isso daqui.

Mas indo ao que realmente importa...

Existem músicas que emocionam simplesmente. Costumo dizer que não existe rótulos para definir o que é uma música boa, porque isso é subjetivo e intrínseco a cada um de nós. Música boa é aquela nos emociona, nos acrescenta, que faz parte do nosso dia-a-dia. Logo, não considero justo dizer que algum tipo de música é superior a outra, se para aquele que está ao nosso lado, a que consideramos melhor e superior não faz parte da sua realidade, não significa e nem acrescenta nada. E, novamente, como costumo dizer: 'Gosto é que nem..... Cada um tem o seu !', e cabe a todos nós aceitar o espaço do outro, né?

Mas hoje vim aqui mostrar uma dessas músicas que me emocionam incrívelmente, desde pequena. Aos que sabem, sou louca por 'The Beatles', e Hey Jude é um dos ícones da deles; uma músicaque grande maioria da população, mesmo que não conheça e aprecie o trabalho da banda já ouviu, mesmo que por alguns segundinhos [se não gostou e não terminou de ouvir! ].

O filme 'Across the Universe' é um musical construídos a partir das músicas e personagens nelas contidos que ganharam vida [e beleza!!] nas telonas. E fiquei super, hiper, ultra encantada com a versão de Hey Jude no filme. Aos que se interessam pela banda, não deixem de ver. Aos que não se interessam, assistam ao vídeo, porque eu acredito que vale a pena.

video

E por hoje é só, beijinhos!

domingo, 4 de abril de 2010

ELE vive para sempre

♪♫ "Meu Senhor despojou-se de si, sendo Deus
Se fez homem, se entregou e morreu numa cruz.
Meu Senhor, para salvar a mim e meus irmãos,
Se humilhou, veio ao mundo e das trevas fez luz.


Eu te amo, sou louco de amor por Ti, meu Jesus
Tu és minha paz, minha luz, meu Rei e meu Bom Pastor
Eu te amor, sou louco de amor por Ti, meu Jesus
Tu és minha paz, minha luz, meu Deus, meu Senhor" ♪♫


E não deixemos de nos alegrar e agradecer por tamanho amor que Ele tem por nós!
Uma Santa e Feliz Páscoa para todos vcs!



quarta-feira, 31 de março de 2010

BBB:

Quem é o verdadeiro falso? Ele ou você?



Tá aí uma febre nacional que, embora eu não curta e acompanhe, me deixa no mínimo reflexiva (novidade) e divertida.

Às 10 da noite do dia 31 de março no Twitter não se falava em outra coisa: Quem ganhará? A dentista insossa, o bad boy ou o garoto prodígio. Eu pessoalmente simpatizo com os dois últimos, mas não é bem esse tipo de discussão que vou propor aqui. A questão da vez é a capacidade das pessoas de julgarem e idealizarem o ser humano enquanto divertem-se com a desgraça alheia.

O que eu quero dizer é: Puta merda, em jogo estão 1,5 milhões de pilas. Não existe bem ou mal, amigos e inimigos: existem competidores que entram em um jogo patético de auto-exposição com o objetivo de ganhar esse prêmio milionário.

Na minha humilde opinião (medo), sincero é aquele que admite jogar, ao invés desse teatrinho besta de que as amizades superam o prêmio. Os telespectadores dizem preferir pessoas boas e tranqüilas, mas o ibope do programa aumenta quando o circo pega fogo. E os que são tranqüilos, boa vizinhança, só tomam na cara, como o Cadu por exemplo, que não brigou, não fez inimigos, e ainda é bonito (relevem essa última parte)!

Em suma, acho meio patológica a paixão do brasileiro pelo programa quando se observa o conflito de valores que o mesmo suscita em quem o assiste. Enfim, mesmo com toda essa crítica, admito ter gostado do resultado, pois levou o prêmio aquele que, ao meu ver, desempenhou o seu papel no programa da maneira mais saudável e verdadeira: um engenhoso jogador.


'Que gracinha /ironia/medo

Sem muitas polêmicas, eis o que eu penso e, cá entre nós, acaboooooooou! \o/