Diante de todo esse espetáculo de fantoches, muito me custa a acreditar na veracidade desse discurso patético de inclusão e direitos iguais, enquanto o sentimento de superioridade e onipotencia ainda reina no coração humano. O que mais explica o preconceito tão bem do que a necessidade do ser humano de brincar de ser deus?
Gozamos de pleno direito de termos nossa própria opinião sobre o certo e o errado e, assim, desenvolvermos nossa personalidade e caráter. Mas esse direito se extingue quando o ser ao lado também decide e vive o que se é.
SAUDAÇÕES ANTIMANICOMIAIS!